Pré Casamentos Taquari - RS

Pré Casamento Carol & Lucas

De tudo que a gente fez no sábado, o que ficou foi a saudade dessa tarde especial!


Sabe quando, do nada, duas pessoas precisam da gente? Sabe quando mais do nada ainda, tu descobre que o universo, Deus ou o destino, te colocou no caminho de duas pessoas especiais? Sabe quais as chances disso acontecer?

Pois é! A Carol e o Lucas me procuraram, depois de ver algumas fotos pela internet, ainda inseguros, claro, pois eu sou um fotógrafo iniciante. Insisti, pedi que viessem me visitar e trocamos umas ideias, sobre casamento, família, fotografia e vida à dois!

Que alegria que foi ter fechado esse casamento, meio em cima da hora, mas sabe quando tu percebe que algo especial está reservado, que pinta uma energia bonita entre fotógrafo e casal? Foi exatamente isso que aconteceu e eu vou ser eternamente grato pela confiança. Os dois parecem personagens de contos de fadas, príncipe e princesa, impressionante.

Super dispostos, toparam fazer um ensaio sem roteiro, na base do improviso, assim, espontâneo mesmo, como é meu estilo. Saímos de São Leopoldo e fomos em direção ao Polo Petroquimico de Triunfo e de lá, fomos para Barreto e Taquari! Tivemos uma tarde divertida, criativa de muita risada, bagunça e uma sujeirinha... de leve... bem... nem tão de leve assim...

Carol e Lucas, meu muito obrigado, meus votos de felicidade, e nos vemos no casamento! Termino, deixando um poema:

" Amar Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? Amar solenemente as palmas do deserto, o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero, um vaso sem flor, um chão de ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade "

E agora, as fotos (PS: são muitas, post longo, mas não podia deixar nenhuma de fora).